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"Não tenha pressa. Mas não perca tempo". (José Saramago)

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segunda-feira, 10 de abril de 2017









Você sofre com a falta de concentração e criatividade? Nas reuniões você nunca sabe o que falar e quando tem uma ideia não consegue expressá-la? Seus problemas acabaram, vem aí “benefícios da leitura” – disponível por empréstimo na Biblioteca do TRT-2.

Brincadeiras à parte, a leitura é muito importante para o nosso trabalho. A cada página, aprendemos sobre um tema, enriquecemos nosso vocabulário e tornamo-nos mais criativos e críticos, pois estamos abertos a novas possibilidades. E essas vantagens não se restringem aos livros técnicos. Ler por diversão também pode te ajudar a se comunicar melhor durante as reuniões, por exemplo, e evitar aqueles deslizes de ortografia e concordância que cometemos na hora de escrever um e-mail.

Falando em ler por prazer, nossa biblioteca recebeu doação de novos títulos, alguns até na lista dos mais vendidos, como os escritos pela autora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Entre as novidades têm ainda Mario Sergio Cortella, Arthur Schopenhauer, os clássicos Alice no País das Maravilhas, O Mágico de Oz e outros.

Para consultar os livros disponíveis, é só acessar na Intranet a aba “Por dentro do TRT” – Biblioteca – Consulta ao acervo. Você pode reservar os títulos de seu interesse pela intranet e depois retirar na Biblioteca, ou solicitar o empréstimo por malote caso esteja longe do Fórum Ruy Barbosa. 





segunda-feira, 3 de abril de 2017









Quem nunca esqueceu o aniversário de um colega e deu esta desculpinha: “aceita parabéns atrasado”? Pois bem, se fez isso, cometeu dois erros numa frase só: além da gafe de ter deixado a data passar em branco, tropeçou nas regras de concordância.
"Parabéns" está entre as palavras que possuem apenas a forma no plural, assim, os adjetivos e verbos devem ser flexionados no plural também. Da próxima vez, lembre-se dos “parabéns atrasados”.

Essa regra vale ainda para óculos e férias: “Aproveitei minhas maravilhosas férias para comprar óculos novos.” Aliás, quando ligarem procurando por um colega, não diga que ele está "de férias" e sim, "em férias", porque a preposição “em” indica estado.

Quando for a sua vez de aproveitar os dias de folga, provavelmente, vai bater aquela vontade de ficar em casa por mais tempo. Então, você terá vontade de estender as férias. Extender não existe, o “x” fica só na palavra extensão. 

segunda-feira, 27 de março de 2017









Ser líder é uma responsabilidade e tanto, afinal o capitão mantém um olho no trabalho da sua tripulação e o outro nas possíveis tempestades que podem naufragar o barco. Assim como o restante da equipe, os líderes também precisam de um feedback da sua atuação, mas é difícil receberem respostas contundentes, porque ninguém quer falar mal do chefe para o próprio chefe.
No entanto, existem algumas características que indicam se você, na posição de líder, ou o seu chefe estão no caminho certo:

- Respeito aos funcionários;
- Estar aberto às novidades;
- Pensamento positivo;
- Ser consciente: incentivar a equipe e também cobrar; ser chato quando necessário;
- Agir de forma crítica e não porque todos estão agindo dessa forma;
- Visão de futuro;
- Ser dedicado, trabalhar duro para tirar os planos do papel.

segunda-feira, 20 de março de 2017









Há rumores de que grande parte dos servidores que atuam na área administrativa do TRT-2 seria realocada para a atividade-fim, passando a atuar em varas do trabalho. Afinal, isso é verdade? Existe mesmo essa tal “reforma administrativa”?

No final do ano passado, o TRT-2 publicou o Ato GP nº 34/2016, que criou uma comissão para fazer a apuração e o diagnóstico das condições de trabalho na área administrativa do Tribunal. Desde então, essa comissão vem realizando visitas às unidades e conversando com os gestores e os servidores, a fim de produzir um relatório final com observações sobre o trabalho realizado.
“Nosso objetivo é conhecer mais a fundo as atividades administrativas e realizar possíveis mudanças no organograma, atualizando as áreas às necessidades do Tribunal”, conta o desembargador-presidente, Wilson Fernandes. 

A comissão está na fase final de apuração das informações, mas o presidente adianta que qualquer mudança realizada será feita com cautela e somente após consulta ao gestor da unidade. “Não queremos gerar prejuízo para nenhuma das atividades e tampouco aos servidores”, afirmou.

Dessa forma, existe, sim, previsão de mudanças para alguns setores administrativos, mas ainda não se sabe quais serão. Quem ficar de olho aqui no Bom Dia TRT vai saber primeiro! #Ficaadica

segunda-feira, 13 de março de 2017









Férias... quem não quer? E para poder curtir os dias de folga com tranquilidade, é fundamental se programar. Entre os preparativos, nós, servidores, devemos ficar atentos às regras de fruição, que tiveram mudanças. Desde 1º de janeiro deste ano, de acordo com a Portaria GP n° 36/2016, as férias devem ser usufruídas dentro do exercício correspondente. Ou seja, toda a cota de sombra e água fresca tem que ser gasta em 2017.

Os servidores com saldos de férias de 2016 têm até o final deste ano para utilizar os dias livres que estão acumulados. E aqueles que trabalharam no recesso precisam ficar atentos às regras para a compensação, porque ela também precisa ser feita ainda em 2017.


Agora que você já sabe os prazos, organize-se para que haja tempo suficiente para encaixar a fruição das férias 2016 e 2017 e a compensação do recesso. Tomando esse cuidado agora, você se prepara melhor e quem sabe não tira do papel os planos daquela tão sonhada viagem.

segunda-feira, 6 de março de 2017









Dizem que é bom manter os amigos por perto, e os inimigos mais ainda. Sem perceber, levamos essa frase tão a sério, que somos os vilões da nossa própria carreira. Comportamentos como autocrítica e perfeccionismo excessivos prejudicam o crescimento profissional, além de incomodarem os colegas de trabalho. 

A “autossabotagem” é o resultado dos pensamentos negativos que motivam nossas decisões. Assim, lidamos com dez inimigos ocultos criados por nós mesmos: 
1) o esquivo: para que fazer uma coisa que eu não gosto se posso me esquivar e empurrar com a barriga? A procrastinação começa nesse ponto;
2) o hiper-realizador: a felicidade está condicionada ao sucesso profissional, dessa forma, é importante elaborar e concretizar projetos a todo momento. Isso alimenta o ego;
3) a vítima: “sou um injustiçado, nada dá certo na minha vida”;
4) o inquieto: trabalha o tempo todo;
5) o perfeccionista: atenção aos mínimos detalhes, tão mínimos que não fazem diferença;
6) o prestativo: pensa que é colaborativo, mas faz de tudo para chamar a atenção;
7) o hipervigilante: estado de alerta constante, assim fica sabendo de tudo que acontece na seção; 
8) o crítico: os defeitos assumem um peso maior do que deveriam;
9) o hiper-racional: razão, o fundamento de tudo;
10) o controlador: “eu mando, vocês obedecem”.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017









Por mais satisfeitos que estejamos com nosso trabalho, existe aquele detalhe que incomoda e causa estresse. Seria ótimo se fizéssemos somente o que nos agrada; como na área profissional isso é quase impossível, compensamos as obrigações com os hobbies, atividades que escolhemos e a que nos dedicamos por vontade própria.

Os hobbies distraem, divertem e também melhoram o desempenho profissional. Tocar violão, por exemplo, exercita a paciência ao exigir dedicação e persistência para acertar uma nota. Trazendo isso para o ambiente corporativo, a tendência é que fique mais fácil administrar as tarefas irritantes e até mesmo o convívio com os colegas. 
Aprender um idioma parece não ser um passatempo, porque voltamos aos tempos de escola, contudo uma nova língua possibilita a comunicação com pessoas de outros lugares e culturas, dá para assistir a filmes sem legendas e aproveitar mais as viagens para o exterior. Enriquece o currículo e é uma boa forma de estar por dentro das novidades, o que pode inspirar novos projetos.

Os benefícios da meditação vão além do bem-estar. No trabalho, reservar um “momento zen” melhora a capacidade de atenção e concentração. Para os mais agitados, a corrida estimula a memória; assim, esquecer o crachá será coisa do passado.

Gostou das sugestões de hobbies? No grupo do Facebook, tem uma dica de meditação para iniciantes. Quem quer ingressar na carreira musical ou iniciar um curso de idiomas pode aproveitar os descontos concedidos pelos parceiros do Tribunal. A lista com os estabelecimentos conveniados está na Intranet – Por dentro do TRT – Benefícios – Convênios e Parcerias.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017









A sabedoria popular já ensinou que “peixe morre pela boca”, porém, às vezes, escapa um comentário maldoso que, além de causar mal-estar no ambiente de trabalho, pode prejudicar quem não soube ficar calado. 

Os desentendimentos e a má comunicação são fatores que fazem os índices de produtividade e qualidade despencarem, porque é bem mais difícil chegar a um consenso quando não se fala a mesma língua. A motivação também é prejudicada, já que fica aquele clima chato entre os membros do grupo, e qualquer faísca causa uma explosão.
Para que a paz reine novamente, especialistas em desenvolvimento pessoal listaram sete frases que parecem inocentes, mas conseguem despertar “olhares atravessados” e constrangimento. 

O que não falar:

1) Eu avisei, eu sabia que não ia dar certo! – sugira fazer de outra forma, em vez de falar que não vai dar certo. 
2) Em time que está ganhando não se mexe. – proponha fazer algo diferente, inovar.
3) Isso eu não sei fazer! – não se recuse a fazer, peça ajuda.
4) Resolva você mesmo, faça como quiser. – em grupo, todos têm que participar.
5) Como você é preguiçoso, não faz nada. – solicite a ajuda, contribuição do outro. É um jeito mais educado de fazer o colega “levantar da cadeira”.
6) Você fez isso de propósito. – acidentes acontecem.
7) Eu não quero falar com você. – “Podemos conversar mais tarde?”

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017









Na semana passada, falamos sobre os perfis comportamentais no trabalho e listamos oito dos 16 tipos de personalidade descritos pela classificação MBTI (Myers-Briggs Type Indicator). Caso não saiba do que estamos falando, clique aqui (link do Bom Dia de 30/01).

Se você não se identificou com as descrições da coluna anterior, chegou a sua vez. Confira os perfis que completam esse método de mapeamento do comportamento humano:
1) Campeões: entusiasmados, sociáveis, gostam de motivar o grupo em torno de um propósito. Conseguem melhorar o clima no ambiente de trabalho. Ex: trabalho voluntário, diplomatas;

2) Curadores: a empatia é o seu ponto forte. São compreensivos, sensíveis e procuram, com o seu trabalho, ajudar os outros. Ex: jornalismo;

3) Professores: são prestativos e conseguem identificar os talentos dos outros, trabalhando para potencializá-los. Ex: educação, coaching;

4) Conselheiros: orientam as pessoas a lidarem com suas inquietações. São simpáticos e conquistam a confiança do grupo. Ex: psicologia;

5) Supervisores: são objetivos e decididos. Valorizam a estabilidade e gostam de assumir responsabilidades. Ex: contabilidade e gestão pública;

6) Inspetores: organizados, sistemáticos e disciplinados. São “pé no chão” e são apegados às tradições. Ex: finanças, saúde;

7) Protetores: preocupam-se com o bem comum. São pacientes e preocupam-se em servir ao próximo. Ex: assistência social;

8) Provedores: são “pais e mães” do grupo. São sociáveis, procuram manter bons relacionamentos e cuidar dos que fazem parte de sua equipe. Ex: relações públicas, assessoria de imprensa.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017









Na infância e adolescência, você fazia aqueles testes que prometiam descrever a sua personalidade? Então, esse “método” de mapeamento do comportamento humano chegou ao ambiente corporativo. De acordo com a classificação MBTI, baseada nos estudos de Carl Jung, existem 16 tipos de personalidades no trabalho.
Quer saber qual é o seu perfil? As descrições abaixo vão ajudá-lo a descobrir quem você é. Caso não se identifique, não se preocupe. Suas características podem estar listadas no Bom Dia da próxima segunda (06/02).

1) Engenheiros: reservados, estratégicos, independentes e gostam de propor ideias. Ex: TI, engenharia, ciências da computação;

2) Inventores: criativos, gostam de inovar e se adaptam facilmente às novidades. Ex: arquitetura, administração;

3) Marechais: líderes, críticos, estrategistas e passam confiança em suas ideias, por isso conseguem “vender o seu peixe”. Ex: direito, publicidade;

4) Mentes brilhantes: têm poder de decisão, visão global, autoconfiantes. Preferem trabalhar com poucas pessoas ou sozinhos. Ex: engenharia, direito;

5) Performáticos: simpáticos, bem-humorados, valorizam a cooperação e a tolerância. Não gostam de rotina. Ex: vendas, relações públicas;

6) Compositores: sensíveis, perfeccionistas, preferem se expressar por meio de textos, desenhos ou qualquer outro meio que não seja a fala. Ex: teatro, música;

7) Perfeccionistas: determinados, procuram fazer mais com menos, impulsivos e discretos. Ex: esportistas;

8) Empreendedores: competitivos, criativos, negociadores. Fazem bom uso de sua rede de contatos para viabilizar seus projetos. Ex: administração e gestão.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017









Somos observados o tempo inteiro, e a imagem que transmitimos para os outros interfere na forma como somos avaliados, principalmente no trabalho. E não é só quanto a aparência. A maneira como você se porta pode falar mais do que mil palavras. 

Na linguagem corporal, a regra de ouro é alinhar palavras e corpo. Não adianta estar animado e seguro da sua ideia se no momento de expô-la para os colegas você está com os ombros caídos e o tronco curvado. Essa postura indica desânimo e insegurança. Confira outras dicas:
- Cuidado com os gestos vilões: bater os dedos na mesa, enrolar o cabelo e apontar o dedo;

- Braços cruzados, mão na cintura ou nos bolsos passam a mensagem de desleixo e falta de organização;

- Respiração ofegante, além de estresse, aponta insegurança. É melhor mostrar autoridade com uma respiração lenta e profunda, o que faz bem para a saúde, porque oxigena o cérebro e controla a ansiedade;

- Sentar-se na ponta da cadeira demonstra pressa;

- Ao falar, mantenha o contato visual com as pessoas. Olhar fixamente para a tela do computador ou outro ponto aleatório evidencia falta de preparo e dispersa a atenção dos ouvintes.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017









Estamos de volta à labuta, feliz 2017! Ano novo, novos planos e novas senhas. No dia 13 de fevereiro, as contas que tenham senhas fracas serão bloqueadas. Essa é uma medida de segurança, porque a autenticação visa proteger as suas informações, mas, para tanto, a sua senha precisa ser segura também.

A Seção de Gestão de Riscos e Continuidade (SGRC) tem algumas dicas para a elaboração e memorização de senhas complexas. Olha só:
Uma senha segura

- tem no mínimo 8 caracteres;
- tem letras maiúsculas, minúsculas e números;
- não possui sequências numéricas nem alfabéticas com 4 ou mais caracteres;
- não possui caracteres idênticos consecutivos;
- não possui datas nem informações pessoais.

Se o seu problema é lembrar as combinações, tente elaborar senhas baseadas em frases. Por exemplo, a partir da frase “Seleção Brasileira de Futebol Masculino possui 5 copas do mundo”, usando as iniciais de cada palavra, forma-se a sequência SBdFMp5cdm. Acrescentando um caractere especial de sua preferência, neste caso “&”, você terá a senha SBdFMp5cdm&, que é segura.

Agora, é só colocar em prática. Para alterar as suas senhas, acesse a página da Intranet, menu “Meu Espaço” e escolha a opção “Senhas”. Qualquer dúvida, entre em contato com o Service Desk (11) 3246-8501. Lembrando que, se até 13/02 esse procedimento não for realizado, o usuário terá que acionar o Service Desk para regularizar sua situação. 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017









Estamos de volta à labuta. Feliz 2017! É difícil voltar à rotina, tão difícil que pode ocasionar a depressão pós-férias. Sim, ela existe e atinge 23% dos trabalhadores, de acordo com indicadores da Isma-BR, uma associação internacional de pesquisa, tratamento e prevenção do estresse.

Tristeza, desânimo, dores musculares e cansaço são os indicadores mais comuns do mal-estar em voltar ao trabalho, o que é compreensível, já que a viagem ou a sua casa têm fortes motivos para ser melhores do que os e-mails e o ambiente corporativos. Porém, esses sintomas não devem durar mais de duas semanas.

Em caso de persistência, é preciso procurar um especialista, que indicará um tratamento clínico (terapia) ou medicamentoso. Aqui no TRT, é só entrar em contato com a Seção de Psicologia nos ramais 2639, 2640, 2649, 2650, 2651.
A prevenção começa antes das férias, confira algumas dicas:

- fracionar o período de descanso é o ideal. Três pausas de dez dias impedem o acúmulo de demandas, e, quando a tranquilidade acabar, já estará na hora de renovar as energias novamente;

- antes de se ausentar, converse com os colegas e repasse a eles as atividades, as respostas dos e-mails e projetos. Isso evita o acúmulo de tarefas, e, ao retornar, encontrará o ambiente em ordem;

- em férias, esqueça o celular corporativo, e-mail e mensagens sobre trabalho;

- use o tempo livre para introduzir hábitos saudáveis que ajudarão a lidar com a correria do dia a dia, ou seja, durma, pratique esportes, reúna os amigos;

- volte de viagem pelo menos dois dias antes do término das férias. Assim dá tempo de se organizar: desfazer as malas, ir ao supermercado e programar o despertador para o horário da vida real – no primeiro dia, o corpo sentirá menos o impacto de acordar cedo.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016









Chegamos ao último “Bom Dia, TRT!” do ano e o último dia de “Nosso Trabalho”, literalmente (estamos em ritmo de festa, então, estão liberados trocadilhos infames como esse). Ao contrário do que fizemos por 46 segundas-feiras, contando só os dias em que o boletim chegou à sua caixa de e-mail, hoje não vamos estimular a produtividade. Depois de muitos processos, sentenças, prazos e contratempos, merecemos descanso.
Nosso desejo é que você aproveite o recesso ao lado de quem ama e te faz bem. Seja em casa, viajando o mundo ou correndo e sofrendo com as filas nos shoppings no dia 23 de dezembro, mentalize coisas boas e “Viva Melhor” em 2017. Se você gosta de “Livros e cia”, que não faltem títulos na sua coleção, e “Diversão e Arte” são sempre bem-vindas.

É hora de acreditar que os nossos sonhos podem transformar o mundo. Torcemos para que eles sejam realidade no próximo ano, e que esse ciclo de renovação se repita muitas vezes, valorizando o que foi bom e aprendendo com o que não saiu como planejamos.

Dia 09 de janeiro o despertador tocará de novo, mostrando que tudo voltou ao normal. Nosso desafio é fazer da rotina uma novidade que nos motive e traga alegria. Neste dia, quando você acessar o e-mail, encontrará um “Bom Dia” esperando por você. Até lá! 

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016









A Priscila Fonseca de Souza tem uma dica de leitura e quer compartilhá-la com a gente. Nossa colega, lotada no Núcleo de Apoio Judiciário ao Juiz Substituto, indica “Direitos fundamentais sociais e políticas públicas: subjetivação, justiciabilidade e tutela coletiva do direito à educação”. 

O livro foi escrito por Rodrigo Batista Coelho, servidor do TRT-15, e faz parte do acervo da Biblioteca Dr. Nebrídio Negreiros, no Fórum Ruy Barbosa. 
Na obra, são analisados os direitos fundamentais do indivíduo, com ênfase no direito à educação, imprescindível para o exercício da cidadania e construção de uma sociedade livre, justa e solidária, conforme Art. 3º da Constituição. São abordados também os aspectos principais dos direitos fundamentais (evolução, classificação, função e características), bem como a utilização dos instrumentos de tutela coletiva na realização dos referidos direitos.

Para Priscila, a temática é extremamente atual, pois o cenário é de crises econômicas que ameaçam os direitos fundamentais, principalmente a educação. E mostra a importância do Poder Judiciário e do Ministério Público, que garantem o atendimento às demandas dos cidadãos. 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016









Estamos nos aproximando do verão, e a tendência é que os dias ensolarados e escaldantes se tornem rotina. Alguns amam o calor, outros detestam, mas ninguém fica mais feliz nessa época do que o ar condicionado, que se sente o centro das atenções: liga o ar, desliga, aumenta a temperatura e assim vai, durante todo o expediente.

A temperatura é um fator determinante para que a pessoa se sinta confortável no ambiente. No caso do local de trabalho, além de bem-estar, ela interfere na produtividade. Quando o lugar está muito quente ou muito frio, o corpo precisa de mais energia para se adaptar à temperatura externa. Dessa forma, o “combustível” que se transformaria em concentração e outras funções cerebrais é empregado no equilíbrio térmico.
Nesse caso, a atenção é toda concentrada não no trabalho, mas em reclamar do clima. Contudo, ser o reclamão da turma não é legal, assim como monopolizar o controle do ar condicionado. Ligar e desligar o aparelho sem ouvir a opinião dos colegas demonstra egoísmo, que pode atrapalhar as tarefas em equipe.

Segundo a a Norma Regulamentadora-17 do Ministério do Trabalho e Emprego (NR17), a temperatura confortável para ambientes de trabalho que exijam solicitação intelectual e atenção constantes é entre 20º e 23ºC*.

Para não ter problemas, ajuste o termostato na posição diálogo e em consenso encontre a temperatura que mais agrada ao grupo.


*Texto editado em 13.12.2017. O texto inicial trazia a recomendação da Anvisa, com temperaturas entre 23ªC e 26ºC, no entanto, a regra em nosso Tribunal é seguir a norma citada no texto atual.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016









Um ambiente de trabalho ruim ou o ritmo acelerado de serviço pode desencadear diversos problemas de saúde. Esse mal recebe o nome de estresse ocupacional, que causa distúrbios somáticos e psíquicos, como falha de memória, dificuldade de concentração, sensibilidade para críticas, insônia, irritabilidade e tristeza. 
Executar várias tarefas ao mesmo tempo, excesso de trabalho e a incapacidade de lidar com a pressão estão entre os fatores que explicam o desenvolvimento do estresse ocupacional. Somam-se à lista, a obrigação de fazer todos os dias algo que não gosta e sentir-se desmotivado.

Devido ao desgaste emocional, o profissional tende a se isolar do restante da equipe. Nesse momento, além do acompanhamento psicológico, é importante a participação do gestor. Ele deve estar atento ao desenvolvimento do seu grupo de trabalho e estimulá-lo, procurando minimizar o impacto de determinadas atividades.

O estresse ocupacional não tratado pode evoluir para a Síndrome de Bournout, que já foi tema da coluna. Para não chegar a esse estágio, mantenha a calma durante as reuniões, gerencie o tempo para cada atividade, não abra mão do convívio social, alimente-se bem e pratique exercícios físicos.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016









O que mais estressa as pessoas no trabalho?

a) Jornada excessiva
b) Prazos curtos
c) Múltiplas responsabilidades
d) Colegas com comportamentos indesejáveis
e) Nenhuma das alternativas
Uma empresa de consultoria empresarial entrevistou mais de 23 mil profissionais, de 1.300 empresas em 120 países para descobrir a resposta certa. Segundo a pesquisa, cometer erros é o que mais irrita no ambiente de trabalho – ponto para quem respondeu nenhuma das alternativas!

Mas, errar não é tão ruim assim. Quem não propõe novas ideias não sai da zona de conforto, desperdiça oportunidades e o seu potencial criativo. Correr riscos faz parte do processo de crescimento, afinal, é errando que se aprende. O importante é que os resultados indesejáveis sejam ponto de partida para uma reflexão sobre as causas e o que fazer para que a situação não se repita.

Quando as coisas não saírem conforme o esperado, é preciso comunicar o supervisor o quanto antes, para que ele possa estudar o caso e encontrar uma forma de ajudar. Pior é deixar que o problema vire uma bola de neve e prejudique outras pessoas.

Os erros são toleráveis quando fazem parte de um novo projeto, uma meta. No caso de tarefas cotidianas feitas de maneira incorreta constantemente, o profissional merece um “puxão de orelha”. 

segunda-feira, 21 de novembro de 2016









Hoje, tem a segunda parte do “Nosso Trabalho Ajuda”, lembra? Esta coluna incorporou o professor Pasquale e decidiu compartilhar algumas dicas de português. Se você perdeu ou esqueceu os macetes do último post, é só clicar aqui. Mãos à obra! 
Estou contando as horas para o final de semana. Ou seria “Contando as horas para o fim de semana”? O certo é fim de semana, porque fim é o contrário de início. Final é o oposto de inicial - “inicial da semana” não existe, logo risque do seu vocabulário “final de semana”.

Continuando na ideia de opostos, chegou a vez de mau e mal. Mau é contrário de bom, e mal, contrário de bem. Quando bater aquela dúvida, é só trocar a palavra: mau humor ou mal humor? O contrário é bom humor, assim, escreva mau “com u”.

Os ouvidos sangram, e as lágrimas caem quando alguém diz ou escreve que é “perca de tempo”. Perca é verbo. Use o substantivo perda. Não perca as esperanças, você vai conseguir aplicar todas essas regras. Comunicar-se melhor não é perda de tempo.

Está a fim de escrever melhor? Um sim como resposta e outro para afirmar que a fim foi aplicado corretamente. Finalidade, vontade são expressos pelo uso de a fim. “A” e “Fim” só se unem para indicar semelhança – Nossas ideias são afins.

Alerta para o verbo esquecer. Se vier acompanhado de pronome oblíquo (me, te, se, nos, vos), tem preposição. Caso contrário, não use preposição. Exemplos: Eu esqueci a chave. / Eu me esqueci da chave.
Através e por meio não são sinônimos. Através significa atravessar – Olhar através da janela. No sentindo de por intermédio, o correto é usar por meio.

Preste atenção nesta última dica, senão você terá problemas de ortografia. Senão = caso contrário, se não = caso não. É só analisar qual significado se encaixa melhor no contexto da frase. Se não sabia disso, agora já sabe, e pode aplicar no dia a dia.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016









Cada área de trabalho tem as suas especificidades, porém escrever bem é uma habilidade comum e obrigatória a todas as profissões. Mesmo que sua função não exija a redação de textos, você precisa se comunicar. E acredite: quando o e-mail, a mensagem do WhatsApp e até o bilhetinho seguem as regras ortográficas, as pessoas têm mais facilidade para entender o que você quer dizer. 

Hoje e na próxima segunda teremos o “Nosso Trabalho Ajuda” com algumas dicas de português. São muitos detalhes para prestar atenção, mas colocando em prática uma regra por dia fica mais fácil de memorizar.
1- Anexo/ Anexa
Anexo é um adjetivo, então, segue a regra de ouro do adjetivo: concorda em gênero e número com o substantivo a que se refere. 
Escreva: anexos os documentos
Esqueça: anexo os documentos

2- Assistir o/ Assistir ao
Assistir o: ajudar
Assistir ao: ver
Se você vê um filme, você assiste ao filme.
Se você ajuda alguém, você assiste alguém.

3- Descriminalizar ou descriminar?
Descriminalizar é um neologismo. O correto é empregar a palavra descriminar, mas não confunda com discriminar. Escreve-se com “e” quando significa deixar de ser crime e com “i”, perceber diferenças, distinguir.

4- Faz/ Fazem
O verbo fazer no sentido de tempo decorrido (passado) é impessoal, ou seja, só é usado no singular.
Escreva: Faz dois dias
Esqueça: Fazem dois dias
Atenção: regra válida apenas para o verbo fazer no sentido de tempo decorrido. Para outros significados, a concordância é feita com o sujeito. Ex.: Eles fizeram uma torta de maçã.

5- Onde/ Aonde
Onde: lugar em que alguém ou coisa está
Aonde: para onde vai
Escreva: Não sei onde deixei meu celular.
Esqueça: Não sei aonde deixei meu celular.

6- Há dois anos/ Há dois anos atrás
“Há dois anos atrás” é redundância.

7- Entre eu e você/ Entre mim e você
“Eu” é pronome pessoal do caso reto e só pode assumir a função de sujeito. Na prática, “eu” só pode ser usado antes de verbo. Por isso, o certo é entre mim e você.

8- Prefiro (...) do que/ Prefiro (...) a 
O verbo preferir pede a preposição “a” (regência verbal).
Escreva: Prefiro sair duas horas antes de casa a chegar atrasado.
Esqueça: Prefiro sair duas horas antes de casa do que chegar atrasado.